12 de novembro de 2009

Pulp Fiction - Tempo de Violência

Há filmes tão marcantes e fascinantes a ponto de as pessoas memorizarem falas inteiras e reproduzi-las sempre que há a oportunidade. São obras de grande apelo emocional ou que simplesmente trazem ideias originais em um universo recheado de remakes, adaptações de HQs e filmes-catástrofe. Pulp Fiction - Tempo de Violência, dirigido por Quentin Tarantino em 1994, é um bom exemplo, talvez o melhor exemplo, se considerarmos os anos 90.
Poucos filmes têm tamanha aura cult como este. Com seus personagens que têm o que dizer, sua narrativa aparentemente desconexa mas que vai se encaixando conforme a trama avança, e seus diálogos marcantes e recheados de referências da cultura pop, Pulp Fiction tornou-se um clássico instantâneo na noite do lançamento, sendo elogiado em todos os países onde foi exibido.
Nos anos 90 John Travolta estava enfrentando um limbo artístico, depois de ter sido catapultado à fama ao estrelar Embalos de Sábado à Noite. Quentin Tarantino foi a salvação para o astro, que o escalou para o papel do assassino a serviço da máfia Vincent Vega. O mesmo aconteceu com Bruce Willis, que amargava um período de filmes ruins (Hudson Hawk, A Cor da Noite) e precisava urgentemente de um bom papel. Tarantino não apenas lhe deu um bom papel; o boxeador frustrado Butch é um dos seus papéis mais lembrados por crítica e fãs.
Na verdade, a galeria de personagens que desfila em Pulp Fiction não deixa dúvidas de que Tarantino é um dos cineastas mais importantes de todos os tempos. Basta lembrar da personagem de Uma Thurman, que não somente tornou-se um ícone pop (vide cartaz do filme), como fez de Uma Thurman uma estrela de primeira grandeza na constelação hollywoodiana. Não podemos esquecer do misterioso e estranhamente elegante Winston "Wolf", vivido por Harvey Keitel. Há o casal franco-americano de assaltantes (Tim Roth e Amanda Plummer) e a mulher de Butch, delicada mas irritante (Maria de Medeiros).
São tantas as razões que fazem deste filme inesquecível, que uma simples resenha não daria conta para esmiuçar os detalhes e a profundidade da leitura que pode ser feita a partir dele.
Fica a recomendação para assistir uma obra que vai permanecer por muito tempo na mente de quem a assistir. Se você já tiver assistido, veja de novo. Quem sabe você também não memoriza uma das geniais falas.

5 de novembro de 2009

Fringe - o criador de Lost acertou de novo

Quando J.J. Abrams, o gênio por trás de Lost, anunciou que estava desenvolvendo uma nova série, passou pela minha cabeça aquela velha afirmação: pode um raio cair duas vezes no mesmo lugar?
Alguns meses se passaram. Depois de assistir ao piloto de Fringe, minha pergunta achou sua resposta. Fringe
é uma série que arrebata o espectador logo nos primeiros minutos.
Como em Lost, tudo começa com um acidente de avião. Mas as semelhanças acabam por aí, já que o avião não despenca do céu, nem os passageiros vão parar em uma ilha misteriosa. O que acontece é uma espécie de ataque biológico, em que todos dentro da aeronave são contaminados por algum tipo de doença estranha, fazendo com que se degenerem, a pele se torna uma espécie de geleia. O avião pousa, mas todos estão mortos. É quando entra em cena a agente especial do FBI Olivia Dunham (Anna Torv, ótima), que investigará o suposto ataque terrorista e descobrirá que há muito mais por trás destas mortes enigmáticas.
A Olivia juntam-se à investigação o Dr. Walter Bishop (John Noble, o regente louco de Gondor, de O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei), um cientista que passou 17 anos confinado a um sanatório, e seu filho Peter (Joshua Jackson, de Dawson's Creek). Juntos, eles formarão a Fringe Division, especializada em casos bizarros e aparentemente sem explicação racional.
A princípio, Fringe é uma série de episódios fechados, mas logo se percebe que cada caso investigado pela agente Dunham e sua equipe há uma ligação com algo maior, como se alguém estivesse fazendo do próprio mundo seu laboratório de cobaias.
Casos os mais estranhos possíveis vão se acumulando, como o caso da mulher que engravida e dá a luz em menos de duas horas, e o bebê envelhece e morre em apenas quatro horas.
Uma mistura de Arquivo X com Lost, Fringe vai certamente deixar muita gente viciada, louca para assistir o próximo episódio e montar as peças do quebra-cabeça, que se torna mais complexo a cada novo caso.

29 de outubro de 2009

Ainda faço um filme…

Conforme o tempo passa, a gente vai ficando mais cético em relação àquilo em que acreditávamos quando crianças. Eu, por exemplo, sempre sonhei em ser cineasta. É algo que acalento há vários anos, desde que me conheci por gente e descobri o cinema, esta arte tão fascinante. Todos aqueles filmes no Corujão (O Clube dos Cinco, Depois de Horas, Alta Sociedade, Matar ou Morrer – cujo cartaz estampa este post), o advento do videocassete e depois do DVD, tudo isso foi fazendo parte da minha vida de tal maneira que uma paixão duradoura tomou forma.

108HighNoonApesar disso, nunca ingressei em uma faculdade de cinema, nem me aventurei em produzir qualquer coisa que pudesse classificar como filme. O sonho continua, e toma força com a internet democratizando a produção cultural de tal maneira que qualquer um pode hoje produzir um filme e colocá-lo à disposição de todos em sites como o You Tube.

Mas ainda tenho receio de colocar ideias no vídeo e o resultado ser desastroso, como acontece com a maioria dos aventureiros. Não dá para fazer qualquer coisa e jogar aos olhos do público.

Enquanto o sonho não chega (ou a faculdade de cinema não chega em Sergipe), vou seguindo com meu blog, postando meus pensamentos sobre os filmes que amo – ou que odeio.

Mas há de chegar o dia em que meu nome estará creditado em um filme como: “Dirigido por…” Ah, que sonho!

23 de outubro de 2009

Crie você mesmo suas tirinhas em quadrinhos


Quem me conhece sabe que eu sou viciado em quadrinhos. Desde as tirinhas aos gibis mais intelectualizados me atraem bastante desde pequeno. Acontece que eu descobri na internet um site em que qualquer um pode criar suas próprias tiras, usando personagens e cenários pré-desenhados, que não são poucos. É o ToonDoo, uma ferramenta muito divertida que nasceu pra quem sempre teve vontade de criar quadrinhos mas nunca aprendeu a desenhar. Essa é sua chance! Você escolhe o cenário, os personagens, muda as emoções deles, e escreve o texto em balões super maleáveis. Eu me cadastrei e já criei minha tirinha. Fiz em inglês, para ter um maior alcance, mas você pode criá-la em qualquer idioma. Acesse e comece a se divertir! O site também tem outras ferramentas bem legais, como o Traitr, um criador de personagens, o Doodler, onde você pode fazer seus próprios desenhos e salvar no site (como um Paint) e o Imaginer, onde você pode alterar qualquer foto, deixando-a engraçada. É muito maneiro! Ah, e leia a minha primeira tirinha criada no site, clicando aqui. E deixe seu comentário lá mesmo (e aqui também, né). Pode ser em português.

Os Produtores

Um filme que estreou sem muito sucesso mas que depois ganhou o status de cult, depois virou musical da Broadway recordista do Tony Awards (o Oscar do teatro americano), e depois retornou aos cinemas em um remake de muita qualidade, cujo trunfo está no fato de contar com os mesmos atores da montagem teatral como protagonistas no filme.
Essa é a trajetória de Os Produtores (The Producers, EUA, 2005), um musical delicioso, politicamente incorreto, com canções sensacionais e um humor agradável, com um elenco pulsante, em sintonia com a história e o espírito do filme.
O filme original, de 1967, foi escrito e dirigido por Mel Brooks (que ganhou o Oscar de melhor roteiro original), e no Brasil ganhou o título de Primavera para Hitler. Este é na verdade o título do musical que os personagens do filme querem produzir para dar um golpe na Receita Federal e embolsar o dinheiro que velhinhas "calientes" doaram para a produção da peça. É que numa jogada bem malandra, se a peça for um fracasso e não permanecer em cartaz, os produtores podem ficar com todo o dinheiro investido sem prestar contas a ninguém.
Para isso, eles procuram "a pior peça já escrita, o pior diretor de todos e o pior elenco da história". Mas o melhor (nesse caso, o pior) acontece, e a peça é um estrondoso sucesso!
Com esta trama hilariante por si só, o elenco está perfeito. Matthew Broderick (o Ferris Bueller de Curtindo a Vida Adoidado), Nathan Lane (de A Gaiola das Loucas) e Uma Thurman (a noiva de Kill Bill) só faltam soltarem faíscas, de tanto talento. Mas sem dúvida nenhuma, a melhor participação é do comediante Will Ferrel (Um Duende em Nova York, O Âncora, Mais Estranho que a Ficção), como o dramartugo  nazista amalucado, que quer fazer de tudo para que sua peça seja uma ode a Hitler, mas se depara com um nazista gay e sem-noção.
Tudo isso faz de Os Produtores um filme imperdível para quem gosta de bons musicais.

Publicar um livro sem dinheiro? É possível!

Assistindo ao Jornal da Globo ontem à noite, tive uma agradável notícia: existe um serviço on demand na internet de publicação de livros, o Clube de Autores. Trata-se de um site onde qualquer pessoa que tenha algum livro escrito pode se cadastrar e postar sua obra à venda para toda a rede mundial. O site não cobra pelo serviço de postagem da obra, mas para colocar um livro na vitrine do site, ele já deve estar diagramado e revisado, e convertido em arquivo do tipo PDF. O autor não paga nada, já que o livro (que pode ter no máximo 700 páginas) só é impresso quando alguém o compra.

Quanto à divulgação da obra, depende de cada autor, através de ferramentas que estão disponíveis na web, como blogs, fóruns e comunidade em redes sociais, como Orkut, Facebook, Hi5, etc.

Eu achei a ideia brilhante e muito relevante, em um tempo em que cada vez mais as barreiras que impediam a divulgação de quem não era famoso estão caindo por terra, criando uma nova era para a produção cultural.

Quanto a meus livros de histórias infantis, já vou começar a diagramar e colocar as ilustrações, para então publicar neste site que presta um serviço revolucionário!

20 de outubro de 2009

Tinha que ser você

Quando assisti ao trailer de Tinha que ser você (Last Chance Harvey), tive um desejo de ver o filme imediatamente. É um belo trailer, e o casal protagonista chama muita atenção, afinal, estamos falando de Dustin Hoffman e Emma Thompson, dois sensacionais atores de gerações diferentes, que constroem uma química irresistível quando estão em cena.
Mas ainda estou falando do trailer. Acabei de assistir ao filme e todas as expectativas foram preenchidas. Trata-se de um drama romântico sobre Harvey Shine, um pai e músico frustrado que ganha a vida compondo jingles publicitários, e Kate Walker, funcionária pública solteirona que já passou dos 40 e vive solitária, em uma espécie de clausura amorosa. Harvey vai à Inglaterra para o casamento de sua filha; embora seja o pai, ele não convive com ela há anos, e ela prefere que o padrasto a leve ao altar. Temos aí o cenário perfeito para um encontro entre duas pessoas precisando desesperadamente de amor, e que sabem que suas chances para encontrá-lo definitivamente estão acabando.
Com uma trilha sonora muito boa, e uma fotografia excelente (as tomadas ao ar livre de Londres são deslumbrantes), este é um filme irresistível, leve e agradável, que tem todos os ingredientes necessários para fazê-lo durar por muito tempo na lembrança.

30 de setembro de 2009

Tem Alguém Aí?

Um menino deixando a infância obcecado pelo que acontece depois da morte; um idoso entrando na senilidade, amante da vida e arrependido de não tê-la vivido direito. Personagens tão contrastantes, e tão fascinantes. Os dois se encontram, e criam uma amizade que mudará suas vidas, e deixará um legado imortal. Assim pode-se resumir este belo filme inglês de 2008, ainda não lançado no Brasil. Tem alguém aí? é um desses filmes para ser visto muitas vezes, não por sua complexidade, mas por sua poesia e beleza diante do inevitável.
Edward (Bill Milner, de O Filho de Rambow) é o menino, que mora com os pais em uma casa que recebe idosos. O negócio dos pais faz com que eles não tenham tempo para o filho, que cresce solitário e sem amigos. Obcecado por fantasmas, Edward pensa apenas na morte. Até que a casa recebe um novo hóspede, Clarence (Michael Caine), um mágico aposentado apaixonado pela vida, embora desiludido por ela. Os dois criam um relacionamento muito bonito, que se torna o mote central do filme.
A atuação de Michael Caine é extraordinária. Seu Clarence está longe de ser caricaturesco, apelativo. A emoção retratada por ele é palpável, sem se prender a estereótipos. Clarence não percebe a senilidade chegando, e quando se depara com a realidade, sabe que não tem muito tempo para se arrepender e encontrar redenção pelos erros do passado. A amizade com Edward é uma segunda chance para o mágico, que vê no garoto seu último sopro de vida.
O uso da antítese vida/morte é muito bem trabalhado no filme, que em momento algum resvala no melodrama, e ainda assim é capaz de arrancar lágrimas nos mais sensíveis.
No final, fica a certeza de que a vida é digna de ser vivida, e que é melhor começarmos de novo enquanto ainda há tempo.

26 de setembro de 2009

Watchmen

Zack Snider é um cara de sorte. Depois de despontar como um talento promissor com Madrugada dos Mortos, ele conseguiu a façanha de transpor os quadrinhos de Frank Miller para o cinema com uma fidelidade inacreditável e ao mesmo tempo sem afastar os espectadores que não sabem nada de quadrinhos, com 300. Em uma progressão raramente vista no mundo do cinema, caiu sobre seu colo a responsabilidade de adaptar Watchmen para a telona.
Para os incautos, Watchmen é simplesmente considerada a maior história em quadrinhos de todos os tempos. Escrita por Alan Moore em 1985 e ilustrada por Dave Gibbons, a graphic novel é uma obra cheia de superlativos, todos eles positivos. Ao desmistificar o universo dos super-heróis, Alan Moore teceu uma teia de conspirações, sonhos despedaçados, violência e política, onde nada nem ninguém é o que parece. Trabalhando com os personagens da extinta editora Charlton Comic (absorvida pela DC Comics, hoje DC Entertainment), o escritor não poupa o leitor ao contar a história da investigação do assassinato de um vigilante mascarado conhecido como Comediante. O investigador é Roscharch, de longe o melhor personagem da trama, que utiliza métodos bem ortodoxos para chegar ao seu objetivo. O fato é que tem alguém matando ex-super-heróis, e cada morte está ligada a algo grandioso, uma ameaça global que nem mesmo o mais poderoso dos heróis, Dr. Manhattan, poderá deter.
Mas falando do filme, Zack Snider fez um trabalho primoroso, incrivelmente fiel à obra original, respeitando falas clássicas da graphic novel, reproduzindo com exatidão religiosa os cenários (estão lá o restaurante Gunga Diner, a banca de jornais e até o hidrante) e criando um clima de tensão e violência sem parecer apelativo. Mesmo alterando dramaticamente o clímax, não dá pra sair da sessão desapontado, pois a alteração faz todo sentido se observarmos o filme como um todo. No fim, fica a sensação de que assistimos um dos melhores - se não o melhor - filmes de super-heróis de todos os tempos. Digo um dos melhores, porque a comparação com O Cavaleiro das Trevas é algo muito difícil de fazer.

9 de setembro de 2009

Gran Torino


"Cara, você tem que ver Gran Torino."
"É sobre um carro?"
"Não, é sobre um veterano da Guerra da Coréia que mora em um bairro decadente. Ele não tem laço afetivo com os dois filhos, a mulher acabou de morrer e seu único vínculo com o mundo é uma família de imigrantes chineses que ele começa odiando e termina se entrosando e sacrificando muito alto por eles."
"Mas e o carro?"
"Ah, o carro. É que o tal veterano tem um Gran Torino, que um rapaz chinês da etnia hmong tenta roubar. O personagem do Clint Eastwood (que também dirige o filme) pega o garoto no flagra e quase o mata, mas depois o chinezinho é obrigado pela mãe a trabalhar para ele. É isso que dá início a tudo aquilo que falei antes."
"Então o filme é sobre o carro. Se não fosse o carro, não haveria história nenhuma."
"É... Acho que sim."
"O Gran Torino então passa a ser o catalisador de uma mudança genuína no tal velhote, que começa como um rabugento e termina um altruísta autêntico."
"É isso mesmo, mas quanto ao lance do altruísmo, na verdade o cara sempre foi altruísta, mas estava enferrujado. Amor e afeto também enferrujam dentro de nós se não cuidarmos."
"É verdade..."
"Mas voltando ao assunto..."
"Do carro ou do filme?"
"Mas se carro e filme, nesse caso, se confundem!"
"Então, tá."
"Você tem que ver este filme, meu. É um dos três melhores filmes do Clint Eastwood, e um dos cinco filmaços de 2008."
"Vou já para a locadora!"

8 de setembro de 2009

Vem aí: O Fantástico Sr. Raposo, de Wes Anderson


Um dos diretores mais legais e originais da nova geração de Hollywood está preparando um filme no mínimo interessante: a animação em stop-motion Fantastic Mr. Fox (O Fantástico Sr. Raposo, no título em português), baseado no livro de Roald Dahl - autor de A Fantástica Fábrica de Chocolate.
Diretor de filmes como Viagem a Darjeeling, A Vida Aquática com Steve Zissou e a obra-prima Rushmore - Três é Demais, Wes Anderson (na foto, mexendo em seus personagens) não cansa de imprimir suas marcas inconfundíveis em cada uma de suas produções, cheias de personagens estranhos e ao mesmo tempo fascinantes.
Na história, Boque criava galinhas, Bunco criava patos e gansos, enquanto Bino criava perus e plantava maçãs. Mas na mesma floresta vive o Seu Raposo (ou Mr. Fox no original, dublado no filme por George Clooney), que não consegue ficar longe das aves dos vizinhos... Até que eles resolvem juntar seus esforços para impedir o faminto larápio, com direito a bombas e perseguições subterrâneas.
No Brasil, o filme será lançado pela Fox em 4 de dezembro. E eu mal posso esperar.

29 de agosto de 2009

Akinator: ele adivinha tudo!


Ontem fui apresentado a um dos sites mais interessantes e viciantes que tenho notícia nos últimos tempos: Akinator. Trata-se de um software que simplesmente adivinha o nome do personagem (real ou fictício) que está na sua mente. É fantástico!
O jogo usa de perguntas variadas (no máximo 20) para chegar até a resposta. E quando vem a resposta, você não acredita.
Claro que às vezes ele erra, mas isso se deve ao fato de o site não ter em seu banco de dados o nome de todos os personagens existentes. Ainda assim, a capacidade de armazenamento de nomes e características do jogo é impressionante.
Comigo, ele acertou Max Lucado (escritor) e Scarlett O'Hara (aquela de ...E o Vento Levou), mas não conseguiu acertar Caspian (As Crônicas de Nárnia) nem Jean Grey (dos X-Men).
É diversão garantida e o difícil é adivinhar que horas você vai conseguir parar de brincar!